Eu a ignorei e perdeu o

opa eae, vim criar esse topico pra obter ajuda e ver se eu sou o troll ou meu time , ou ambos, vamos la: ultima partida joguei de varus (main adc btw) ganhei a lane e estava um pouco lagado , no final fiquei 6/4 e o time inimigo tinha um trynda 11/6 e uma lb 14/3. outra derrota , estava de tristana no fim do jogo 9/5, time inimigo:nida 9/2 e teemo 9/6 e essas sao as mais recentes , nao ... Letra que eu perdi o seu amor, todas las canciones con letra que eu perdi o seu amor letras o con que eu perdi o seu amor en el titulo canciones de que eu perdi o seu amor. SONHO LOUCO - Bruno e Marrone Recebi o e-mail abaixo de uma irmã em Cristo. Tocou-me tanto que decidi reproduzi-lo aqui, com a resposta que enviei a ela, na esperança de que venha a trazer paz a corações que estejam passando por situações semelhantes à que ela está enfrentando. É desnecessário divulgar seu nome, pois não quero expô-la. O que importa… Se você ainda o ama, fala para ele, talvez ainda você não perdeu 100% de chance. Nós só amamos verdadeiramente 1 vez. Boa Sorte, um beijo. 0 arrasou. MNA. 3 anos Você já se humilhou uma vez correndo atrás dele uma vez e ele te ignorou. ... Meu namorado era virgem e eu não, demorou p acontecer entre eu e ele, mas agora finalmente ele ... Acho que você deveria ter deixado ele lá falando sozinho e o reportado no final da partida a partir do momento que você começou a debater com ele você perdeu um pouco da moral que tinha sobre ele. Não responda ofensas apenas mute e/ou ignore se você der atenção ele só vai aumentar e aumentar a conversa até que você fique estressado. Por favor, me ajude. Meu dono faleceu de covid-19 e eu não tenho para onde ir, não me ignore”. Quando soube do caso, a gerente do abrigo de animais local, Nataly Oblitas, resgatou Chester e compartilhou nas redes sociais a sua história, que rapidamente, ganhou grande repercussão e emocionou muitas pessoas. E eu penso em tudo o que ele me fez passar antes, todas as abobrinhas que ele me contava e eu aceitava. Dá uma raiva de mim mesma, de como eu era, de como eu me permitia receber menos do que eu sei que mereço. E agora a raiva e o nojo dele também, parece que ele só dá atenção porque perdeu. E quanto mais eu ignoro, mais ele vem atrás. E tomou a culpa de mim. Entre a mata e o rio, Na margem da indecisão e do medo, À beira da minha própria loucura, A água me inundou, Em um processo inverso e anterior ao mergulho E me mostrou o caminho de volta para casa. Eu sou aquela que se perdeu. Eu sou a que, finalmente, se perdeu de si E se livrou do peso De ser totalmente si E ... Uma coisa que eu aprendi depois de adulta é que meus pais sempre tinham razão quando me proibiam de alguma coisa. Vc deve estar com raiva deles agora, achando que perdeu o amor da sua vida mas não perdeu coisa nenhuma. Vc ainda tem muito chão pela frente e muitos amores pra viver. Foque em seus estudos pro Enem! Grande beijo E ela deve pensar que eu nunca mais a quero ver, que eu não lutei por ela que não a mereço, que não a amava, mal ela sabe que eu a amava mais que tudo neste mundo, que eu sabia o que os olhos dela revelavam, mesmo ela não sabendo que eles eram tão transparentes, que eu a observava quando ela dormia, sentindo-me um sortudo por a ter ali ...

Enfim, estou triste

2020.09.29 08:58 thatalineyy Enfim, estou triste

Acho que tudo comecou em Dezembro de 2018, quando fazia mais ou menos 2 meses que minha avó, mãe do meu pai morreu de câncer, a gente sabia que ia acabar assim por não termos dinheiro para pagar o tratamento, mas ainda assim estávamos muito abalados e principalmente pelo fato de ela ser nova, cheia de vida. Nesse mês, meu pai ainda estava bem abalado por causa disso, e também não tinhámos uma boa condição de vida, meus pais estavam desempregados, por causa disso meus pais resolveram voltar para Brasília, onde moramos posteriormente, estávamos morando em Minas Gerais. Eu estava bem triste por ter que deixar aquele lugar, eu já tinha me adaptado bem, estava feliz até aquele momento, então, eu não queria ir embora. Colocamos a casa que tinhámos para vender e em Maio de 2019 conseguimos vender, e no Dia das Mães, voltamos para Brasília com um carro e uma boa quantia de dinheiro. A maioria da minha família por parte de mãe mora em Brasília e já fazia 3 anos desde a última vez que nos vimos. Todos ficaram surpresos, afinal, essa era a intenção. Mas ao pisar os pés onde eu morei pelo menos 9 anos da minha vida, já me senti desconfortável, pensei que era porque fazia muito tempo que eu não ia para a casa de minha avó materna, então ignorei, claro. Como eu disse, chegamos aqui em Brasília com uma boa quantia de dinheiro, que era para comprar uma casa, estávamos de favor na casa da minha avó, mas meu pai é do tipo de pessoa que não pensa no amanhã, o que importa é hoje e amanhã, se der, a gente dá um jeito. Farreou, farreou que cansou, compramos uma casa que no final nem fomos morar nela e acabamos perdendo a posse dela. O dinheiro acabou, fazia apenas 3 meses que estávamos em Brasília, e ele e minha mãe desempregados. No final das contas, ele resolveu trabalhar como motorista de aplicativo, mas minha mãe ficou desempregada até Novembro. Lembra que falei que estávamos na casa da minha avó de favor? Então, não era apenas eu, minha mãe, meu pai, minha irmã e um cachorro; também tinha minha tia, o marido dela, o meu primo e o cachorro deles. Minha vó estava na razão de reclamar, afinal, a casa é dela, mas eu escutei tanta coisa desnecessária, o que me fez ficar mais desconfortável do que quando cheguei, o que me fez estar em uma tristeza quase que constante. Logo em Outubro, a minha tia e a família dela se mudou para a casa dela, e ficamos apenas minha família e minha avó, foi quando eu pude ficar sozinha em um dos quartos da casa, isso me animou e me deixou menos desconfortável dentro de casa, afinal, era um cantinho só meu e que teria minhas regras, de certa forma. Nesse mês, eu percebi que meu pai estava recebendo mensagens de um número desconhecido, e era uma mulher. Desconfiei de que meu pai estava traindo minha mãe, e logo minha mãe também veio com essa desconfiança, percebendo que ele chegava muito tarde e o dinheiro que ele estava fazendo como motorista de aplicativo não estava condizendo com o tempo que ele passava fora. Assim foi até Dezembro, e ainda escutando asneiras da minha vó, que não podemos ao mínimo argumentar contra, por respeito e por submissão mesmo. Já tinhamos certeza que meu pai estava traindo minha mãe, porém não tinhamos provas. Quem deu provas o suficiente para confirmar foi minha madrinha, em Janeiro desse ano, a mulher morava por perto da casa dela, ela viu ela e meu pai discutindo, ela quebrou o celular da minha mãe, que meu pai dizia usar para trabalhar. Minha madrinha ainda chegou a conversar com a mulher no carro, e ela tava com uma história de que ela era mulher do meu pai (???) E que minha mãe era a amante. Nesse mesmo dia, meu pai prometeu buscar numa parada de ônibus e já era tarde da noite, aqui em Brasília não podemos dizer que é seguro, ainda mais depois das 23. No final disso tudo, expulsamos meu pai da casa da minha avó. Eu nunca pensei que ia sentir tanto nojo de alguém que eu admirava até um mês antes, eu tenho uma repulsa tão grande que eu perdoei meu pai, mas ainda não consigo engolir isso, toda vez que eu me lembro dele, minha mente me remete a isso. Eu não consigo mais ver ele da mesma forma, tratar da mesma forma, mesmo que eu sorria e esteja sendo feliz ao lado dele, sinto nojo (me desculpem se isso foi desrespeitoso da minha parte... sério, ainda respeito ele por ter sido um bom pai para mim e minha irmã). Minha mãe deu segunda chance pra ele, a terceira, e ele pisou na bola nessas duas novas chances de recomeçar ficando com aquela mulher, que também morro de nojo, até um tempo desses ela mandava mensagens de baixíssimo calão para minha mãe, e a ofendia de várias e inúmeras formas. Isso tudo botou uma pressão enorme em mim, porque minha família queria saber de tudo, mas não apoiava, apenas criticava e chamava minha mãe de burra, inocente, assim como me chamavam de lerda, besta, por não tirar dinheiro do meu pai. Minha vó sempre falava merda, o que não ajudava, e ela sempre estava atrás de mim pra falar alguma coisa sobre meu pai e criticar as minhas atitudes e a da minha mãe. Em Fevereiro, começou as aulas, eu finalmente estava no Ensino Médio, conheci novas pessoas, e entre elas é o menino que estou apaixonada (queria colocar outra coisa, mas estou mesmo apaixonada por ele), ele conseguiu botar todo meu estresse e ansiedade para o escanteio, me fazer sorrir de uma forma tão simples, e meu coração palpitar de forma diferente (aff, que meloso kkkkk), e no final ele virou outro motivo de preocupação, que eu vou falar mais no final. Em 12 de Março, começou a quarentena aqui em Brasília, isso significava ter que ficar em casa, o que obviamente, não tava sendo fácil pra mim tendo que escutar o que escutei e ainda ter que aturar e não poder falar nada. Claro que isso foi acumulando e no final do mês eu me sentia mais estressada e triste do que nunca, eu só queria gritar, liberar toda aquela raiva, ressentimento, tristeza; mas que eu não pude soltar até agora, afinal, eu tenho platéia, né... Em Abril, eu ainda saia com meu pai, mas ele perdeu o carro, e paramos, até porque não tinha mais de onde tirar dinheiro, e minha mãe também tava desempregada, o que dificultou. Meu pai ficou em situação de rua até Maio, quando ele voltou para Minas Gerais, mas em outra cidade. E nesse tempo, escutando o que eu não queria sem poder falar nada, eu estava juntando mais raiva e estresse, o que desencadeou em insônia e em crises de ansiedade. Junho e Julho, minha vó ficou cada vez mais no meu pé, falando sobre o dinheiro que meu pai tinha que dar, com razão, mas o jeito que ela falava era desnecessário, sempre relembrando os fatos e colocando eu e minha mãe como as babacas da história, sendo que babaca nisso tudo, sempre foi o meu pai. E meu estresse aumentando e as crises ficando piores. Agosto, minha mãe agora tem um trabalho, e minha vó parece que aproveitou a oportunidade de falar sobre a mesma ladainha de sempre. Mas dessa vez eu não aguentei e discuti sério com ela, eu dei um acesso de raiva, eu não me lembro de nada do que falei, ou do que eu fiz, quando vi, eu estava sentada no banheiro, com a porta trancada, e com os braços multilados, vi minhas unhas com sangue e meu braço ficando meio inchado e entrei em desespero, mas também depois desse acesso de raiva nunca mais tive crises de ansiedade ou tristeza, apenas sinto um vazio, e a mente confusa. Setembro, meu pai finalmente começou a pagar a pensão, minha vó parou de falar merda, e meus familiares diminuiram as piadinhas e perguntas desnecessárias. Minha mãe está melhor e tranquila em relação a meu pai com a família, tanto que eles se juntam para falar mal dele, ela está apenas cansada por causa do trabalho. Mas eu... sinceramente, não estou bem, estou melhor em relação as crises de ansiedade e o estresse em excesso. Mas a insônia prevalece, tanto que estou escrevendo esse textão às 03:50... e não há quem preencha esse vazio, e esse cansaço mental. Ainda tem uma pessoa que restaura minha saúde mental, que é o menino que eu estou apaixonada, lembra? Mas ele também está virando um certo fardo, pois me sinto esquecida por ele. Eu acho que gostar dele está me deixando cansada mentalmente também, por mais que ele consiga preencher, mesmo que seja por um minuto, esse vazio. E isso me estressa. As vezes eu fico pensando demais pelo simples fato de eu ter falado alguma coisa que ele respondeu meio seco por mensagem. Antes de escrever isso, eu estava pensando nisso, sobre o fato de os dois gostarem um do outro, sentirem ciúmes um do outro, mas um estar cansado mentalmente por esse motivo.
Desculpa, ficou enorme, mas eu precisava fazer esse desabafo. Eu estou triste, me sinto infeliz, não tenho vontade de viver, não dessa forma. Se você leu até aqui, obrigada pela paciência, se você tiver um conselho, uma dica, deixa aqui embaixo, eu agradeço quem deixar também. Outra vez, me desculpem por esse tamanho de texto. Tenham um bom dia, tarde, noite ou madrugada. 😊
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2020.07.23 04:26 Unahatakexcluida eu sou a babaca por dizer q minha ''amiga'' fingiu depressão pra continuar namoro?

Oi lubixcoo, theuz e os mortos entre papelões. Já perceberam que o luba sem barba parece um mendigo pedindo conteúdo pra turma ? :) La estava eu bem plena no primeiro ano do ensino médio, n era muito social,porém eu zuava com umas pessoas da sala. Tinha uma mina q smp tava no meu pé, perguntando da minha vida, chamamos ela de larls, pois a mesma se chamava lauane...(expondo? Jamais) Ela tinha um "queda" por um amigo meu,ele tinha uma certa fama e n era boa, ele namorou uma mina pra superar outra garota e geral das garotas gostavam dele , nem eh tão bonito, eh mais bom de papo memo, alias, queda não, acidente. Eles começaram a namorar depois de um tempo, só que era meio estranho, ele falava que ela se dizia superior e que quase n se falavam, ate mesmo na sala. Então eu resolvi ajudar, falei pra ela sobre oq ele me disse e tentaram, mas ela sumiu da escola por uns dias e ele me mostrou prints dela dizendo que ia se matar e mandou fotos de cortes falsos, detalhe, tbm disse que a mãe ia interna-la. Meu amigo que vamos chamar de sarls, ficou MT puto com isso e resolveu terminar,terminaram e eu tbm tinha terminado um namoro que resultou em distancia, ele foi quem mais me apoiou, era o tipo de amigo que eu esquecia o casaco no frio e dava o dele sem nem eu pedir, aguentou minhas crises e falhas. ate um tempo depois ele me chamou pra ir lanchar num lugar, eu bem esfomeada que sou fui kk aproveitei bastante a oportunidade. Uma semana depois ele me pediu em namoro, aceitei, pq neh, sou trouxa comida me conquista fácil. Nisso tudo, fim de ano, ela ainda queria voltar e n sabia do nosso namoro e ficou muito brava cmg, eu só ignorei na vdd kkkkk ela me difamou de talarica para a escola inteira e puta tbm, pois transei com o mlk. Ano acaba e a gente termina por besteiras,como VC MSM diz, é falta de sentar e conversar kkkk ai eu e ele ficamos nisso de ioiô de ex. Segundo ano, era meu ano hein, n foi kkkkk num grupo do Whats com os alunos, começamos a falar do ano que passou e ela entrou no meio tbm, e lá foi discussão.
ela falou coisas como ''espalhou que nem agua , vai saber a talarica e puta que virou,isso se tiver transado mesmo, pode ser uma das suas mentiras dnv.'' eu tbm n deixei barato.
disse q pelo menos não fui eu que fingi depressão pra continuar namoro, quem gosta de atuar era ela.
A conversa foi nesse nivel Enquanto a gente discutia, umas das coordenadoras me tirou do grupo. Ela me bloqueou ( larls) e o motivo disso tudo nem viu ND kkkkkkkkkkkkkkk o sarls tinha saído do grupo e perdeu toda a treta-, Isso foi num domingo, segunda de manhã muitas pessoas que nem conhecia vieram me perguntar de quem a gente tava falando e no fim, eu ainda peguei ele de novo. ele pegou um odio dela e voltamos a ser amigos depois de terminarmos e ate hj a gente se pega na amizade ksksk Eu sou a babaca? Não tenho prints lubixxco faz um tempo já kk eh isso
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2020.07.09 02:43 IHaveSweetheart A amiga que não suportava a minha felicidade

Olá turma que está a ler ou assistir, editores, gatas, Luna (ou o Luba o coadjuvante) e possível convidado (desculpa se esqueci alguém)
Lubixxxxco, faça voz de menina de 14 anos se vc quiser.
Então, eu tenho uma amiga desde que eu nasci (vamos chama-la de Carls), pra você ter uma ideia a mãe da Carls foi a madrinha de casamento da minha mãe, então nossas famílias sempre foram bem unidas. Nós estudamos juntas do prezinho até o terceiro ano do fundamental 1. Desde que nós conhecemos Carls sempre gostou muito de chamar a atenção, ela sempre dava um jeito de fazer uma birra pra aparecer e se sentir especial (ela já perdeu diversas amigas por causa disso). Eu sempre odiei isso, sou mais de ficar na minha, sabe?
Bom, começamos em 2017. Fomos para a mesma escola novamente, mas não na mesma sala. Eu não tinha amigos, só o meu primo e ela, sempre que ia conversar com o meu primo eu me sentia um fardo pra ele pq ele tinha as suas amizades e não iria deixar elas pra falar com a sua priminha mais nova, né. Mas eu ainda tinha a Carls, certo? Não! Ela sempre me ignorou e talz. Resumindo passei o meu primeiro ano na escola praticamente sozinha.
No final do ano eu conheci uma amiga (vamos chama-la de Varls). Varls era super doce e gentil, ela sempre me apoiou, "tá, mas e a Carls?" Você deve estar se perguntando, a Carls milagrosamente começou a conversar cmg e virou minha mlhr amiga. E em dezembro desse ano, nos últimos dias possíveis, eu me apaixonei por um boyzin.
2018:
Varls tinha percebido qual era o menino que eu gostava, mas eu não queria contar pra Carls por motivos de: se ela ficasse sabendo a escola inteira tmb saberia (ela era meio "popular"), mas a Carls fez uma birra enorme pra eu contar pra ela quem era o consagrado (ela subiu em cima da mesa e ficou gritando "PQ INFERNO VOCE NAO ME CONTA!", e como eu citei anteriormente: eu não gosto de chamar muita atenção. No fim eu contei pra ela quem era ele.
Consegui me aproximar do Boy (meu primo era amigo dele, dei muita sorte). Mas toda a oportunidade que a Carls tinha ela falava que ele era feio, chato, pipipi popopo. Sinceramente eu caguei pra o que ela dizia pq quem tinha que gostar dele era eu, não ela.
Mais pro final de 2018 eu e o boyzin começamos a ficar e talz. Aí a Carls solta a frase "ele é bonito sim", eu como uma boa possessiva disse à ela para não falar mais isso pq eu ficava desconfortável. Ele nunca gostou dela (eu devia ter o escutado) e sempre que podia se afastava dela, mas ela o puxava de volta assim como fazia comigo.
2019:
Eu e o boyzinho terminamos (gosto dele até hj ;-;). E aí a Carls começou a me ignorar de novo, ela e a Varls. Eu comecei a correr atrás delas desesperada, eu queria o apoio delas, já que estava muito mal pelo termino (muito mesmo). Mas tudo que eu fazia, nada adiantava. Eu entrei em depressão profunda, só levantava da cama quando a minha mãe pegava o chinelo (eu não tinha forças pra levantar para ir ao banheiro). Aí, Vals percebeu que eu estava muito doente e finalmente voltou a falar comigo, ela disse: "A Carls ameaça a gente, ela diz que se falarmos com vc ela nn fala mais com nenhuma de nós (elas tinham um grupinho), mas agora eu vou olhar pelo seu lado!".
Uma vez eu estava chorando no banheiro (não lembro mais o motivo) aí Carls apareceu e perguntou o que ouve, eu não quis contar e quando eu fui tentar sair do banheiro ela segurou os meus pulsos muito forte e falou que se eu não contasse ela não me soltaria (isso tudo no recreio da escola, e Carls é enorme, não posso competir com ela no quesito força), no começo me mantive calma e pedi para ela me soltar, ela não soltou, eu comecei a implorar para ela me soltar, ela começou a apertar mais forte o meu braço e eu comecei a chorar, eu tive falta de ar e mesmo assim a Carls não me soltou, eu comecei a ter uma crise de ansiedade muito forte (aliás, obrigada Carls pela minha primeira crise de ansiedade, graças a vc eu tenho isso até hj), comecei a me contorcer e me jogar no chão, juntaram várias pessoas em volta, as amigas dela pedindo pra ela soltar e ela rindo de tudo isso. Depois de um tempo as pessoas me ajudaram a fugir, eu me escondi lá, ai a diretora viu o meu estado (eu estava vermelha e com o rosto cheio de lágrimas, meus pulsos estavam ardendo e vermelhos e eu mal conseguia respirar) e perguntou o que houve, então eu olhei para trás e a Carls estava me encarando, esperando a minha resposta, e eu estava aterrorizada, então sai correndo.
Eu lgc fiquei muito brava com a Carls e nunca mais falei com ela. Aí eu conheci o seu canal e vc me salvou, eu nem estaria mas aqui se ano fosse por vc, obrigada lubixco. E então eu comecei a melhorar da depressão (eu arrumei outros amigos que não me deixaram na mão quando eu mais precisei) a Carls MILAGROSAMENTE voltou a falar comigo, mas eu a ignorei.
Aí um dia o meu ex me chamou pra falar com ele pessoalmente, então eu peguei o ônibus mais cedo (a Carls pegava o ônibus mais cedo e eu o mais tarde para evitar trombar com ela), e o meu irmão foi junto (ele não sabe do que aconteceu). Eis que o meu irmãozinho solta "A Lívia vai encontrar o -insira nome do ex- lá da pracinha hj, por isso pegamos o ônibus mais cedo". Eu já tinha falado com o meu irmão para ele ir para a escola pelo outro caminho e ele tinha concordado.
Eis que a Carls decide ir pelo mesmo caminho que eu e parar para conversar com o meu ex (aquela filha da puta fez eu perder a minha oportunidade de falar com ele melhor). Não conseguimos nos falar.
Eu ignorei ela o máximo que eu pude.
2020:
A minha amizade com a Varls nunca mais foi a mesma (não sei o que a Carls disse a ela). Eu e o meu ex começamos a nós ver mais (2018 ele e eu estudávamos a tarde, 2019 eu a tarde e ele de manhã e, por fim 2020 a tarde novamente) TODA VEZ QUE EU IA FALAR COM ELE ELA VINHA ENCHER A MINHA PACIÊNCIA, eu falei com ela um pouco. Eu perdôo ela, mas não posso esquecer o que ela fez.
Foi isso Lubinha, me desculpem pela longa história, foi bom colocar pra fora. Por favor turma, ajudem esse post a chegar no Luba.
(Editores, caso eu tenha falado o nome da menina por favor censurem, eu não quero dar mais esse palco pra ela, só quero mostrar a minha história)
<333333333333
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2020.06.22 16:52 Patinha-Feia Fui babaca por por quase estragar um trabalho em grupo da minha aula?

Um professor da minha escola tinha dado um trabalho em grupo de fazer uma história de ficção científica. Eu fiquei com as minhas melhores amigas na época, criamos um grupo no WhatsApp para conversarmos sobre a história. Uma das meninas do grupo teve a brilhante ideia de fazermos um encontrinho na casa de alguém, a casa escolhida foi a minha. Um dia antes do encontrinho eu fiquei doente e não pude ir à escola então alertei elas que talvez teremos que adiar. E PRA VARIAR MINHA FEBRE MELHOROU NO OUTRO DIA (dia que seria o encontrinho na minha casa). Eu falei para elas que poderíamos fazer o encontro domingo, porém fiquei chocada ao ler a outra mensagem, elas falaram que estavam na casa de outra menina do grupo. Eu posso estar sendo dramática mas é certo elas não me falarem que fariam o encontro em outra casa? Em seguida no grupo a garota que chamarei de carls me disse que perdeu seu e-mail e precisava que eu mandasse os prints da história. Naquele hora eu pensei pouco e fui imatura, eu ignorei mas depois a quantidade de ligações e áudios me xingando começou a me incomodar, então eu cedi e mandei os prints com um DENADA bem irônico. Mas elas continuaram me mandando áudios me xingando e ameaçando me “banir” do grupo contando ao professor. Eu fiquei confusa porque tipo, eu já não mandei os prints? O que elas mais querem de mim? Eu fui babaca?
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2020.06.06 03:23 Gansso_Alado O dia em que eu deixei um garoto com depressão

Olá animais, plantas e seres humanos deste planeta (opa, quadro errado). Estou aqui para contar uma história que aconteceu no final de 2018 e no começo de 2019 (quando eu estava indo do 5° para o 6° ano), espero que gostem da minha maravilhosa história! Vamos lá
Tudo começou em Setembro de 2018, quando eu estava comendo o meu delicioso lanchinho na hora do recreio. Estava em uma rodinha junto com os meus amigos, e entre esses amigos tinha um garoto que vamos chamar de "Fulanin" (Não vou expor o coitado), Fulanin e eu não éramos tão próximos, mas tínhamos muitas coisas em comum. Nesse dia, Fulanin estava bem estranho, e eu (curiosa como sempre), fui perguntar para ele o que estava acontecendo, Fulanin me disse que queria falar a sós comigo, e eu, claro, aceitei, como vcs devem imaginar, Fulanin se declarou para mim, e disse que queria namorar comigo (psé, no 5° ano). Eu fiquei desesperada! Não gostava do Fulanin assim e não queria magoar os sentimentos dele, então falei que precisava de 1 semana para pensar. 1 semana se passou, e durante esse tempo fiquei evitando o Fulanin, e ainda por cima ignorei ele durante mais 2 semanas (eu sei, fui bem babaca, me dscp), só que o Fulanin perdeu a paciência e me perguntou se eu aceitava ou não o pedido dele, eu (com muita pena) disse que não, pois só via ele como um amigo, ele acabou entendendo e disse que estava tudo bem.
1 mês se passou e eu recebo a incrível notícia de que Fulanin estava com depressão, POR MINHA CULPA! Eu (sem entender nada) fiquei que nem uma idiota sem saber oq estava acontecendo, e pra não ficar por fora, fui perguntar para um amigo meu oq tinha acontecido, ele me disse que tinha criado uma conversa falsa, onde eu estava falando que gostava do Fulanin! E disse também, que tinha enviado essa conversa para o Fulanin, só que uma semana dps, disse para ele que era falsa. Ou seja, as pessoas estavam me culpando por uma coisa que eu nem fiz! E é claro que eu fiquei brava, porque além de ser culpada por uma coisa que eu nem sabia que estava acontecendo, também estavam pedindo para que eu desse uma chance para o Fulanin, sendo que eu já tinha dito centenas de vezes que não gostava dele. Alguns amigos meus concordaram comigo e disseram que eu não tinha culpa do Fulanin ter ficado com depressão e já que não gostava dele, não era obrigada a ficar com o Fulanin, e outros disseram o contrário, mas antes que essa merda toda pudesse se resolver, as férias acabaram chegando, e durante um bom tempo, fiquei sem falar com o Fulanin (mesmo tendo o contato dele). E então, em Janeiro de 2019, o bendito do Fulanin me manda uma mensagem perguntando se eu aceitava ou não pedido dele, nessa mensagem tbm dizia que se eu lesse aquela mensagem e não respondesse ele iria me bloquear. Conclusão, li as mensagens, não respondi e ainda bloqueei ele, e então, depois disso tudo, nunca mais ouvi falar do Fulanin. Fim...
Foi isso turma, espero que tenham gostado da minha história de romance! Dscp se ela ficou muito grande, eu tentei fazer um resumo de tudo que aconteceu. Enfim, um >4 para você luba, e tchau tchau :)
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2020.05.27 21:08 Kanna_de_Acucar O cara que corre

O cara que corre
Olá turma/chat, luba, editores e principalmente as gatas. Espero que estejam todos bem :> Essa é a história de quando eu, uma jovem e inocente criança quase perdeu os rins ou a virgindade.
Eu estava no quinto ano, o dia ensolarado e algumas crianças no parquinho. Eu estudava de tarde então só entrava as 13:00 na escola. A escola que eu estudava era como um centro esportivo, então a quadra, o parquinho e etc. não pertenciam a escola. Resumindo qualquer pessoa podia entrar lá, tirando o prédio onde as aulas aconteciam. Neste dia eu tinha chegado bem cedo, por volta do meio dia, então a maioria dos meus amigos não estavam lá, só tinham coordenadores que estavam olhando o parquinho. Mas eu com meus 10 anos decidi caminhar sozinho, essa foi uma péssima ideia.
Pra deixar mais claro, era dividido assim: tinha um portão que era a entrada das pessoas, na direita tinha o parquinho, na esquerda tinha dois corredores um do lado do outro. O primeiro tinha a entrada do prédio escolar, o segundo tinha uma entrada a um campo que quase sempre ficava fechado.
Voltando pra quando eu estava caminhando, eu entrei no primeiro corredor, era totalmente seguro. Eu andei até o final dele, não era um beco, no final tinha uma área aberta com algumas quadras e se você virasse tinha entrada pro outro corredor, se quiser entender melhor eu vou deixar uma fotinha pra mostrar mais ou menos como era.
Eu tinha percebido que tinha um homem lá, mas eu ignorei pois de vez enquando as pessoas ficam por lá. Quando eu entrei no outro corredor ele começou a andar, eu tinha percebido mas tava tudo bem. Alerta de spoiler: Não tava tudo bem. A medida que eu fui andando, até um pouco pro começo do outro corredor eu decidi virar meu rosto pra ver se tinha algo atrás de mim. E bem...
[ música de ação genérica começa a tocar na minha cabeça]
Eu me dei conta de que aquele homem que tinha por volta dos 180cm, um cabelo preto e curto que usava uma camiseta cinza com o rosto de uma garota estampada no meio estava atás de mim. Eu ainda estava no começo do corredor e as únicas palavras que soavam na minha mente eram: PU** QUE PARIU CARA##O fUD$U PORRRRR#&*
O corredor tinha uns 200/250 metros então não era tão rápido de chegar até o final. Eu não sabia o que fazer então só corria mesmo. E O DESGRAÇADO COMEÇOU A CORRER MAIS RÁPIDO. Eu quase tropecei e o desespero era incrível. Mas por algum milágre eu consegui chegar ao final e fui direto pro parque que era mais seguro. Eu vi que uma amiga minha estava lá e eu falei o que aconteceu. Uns dias depois eu fiquei sabendo que a mesma coisa aconteceu com um garoto que eu não conhecia.
Agora, anos depois disso, eu ainda não consigo sair na rua sem ter alguém comigo e pra melhorar eu fico olhando pra todos os cantos.
Mas no final eu não perdi meus rins ou minha virgindade, ainda. Obrigado pra quem leu até aqui, tomem cuidado na rua <3
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2020.01.09 09:11 judith_253535 Depressão profunda

Depois de meses segurando a barra não estou aguentando mais. Eu sei que todos temos problemas, mas é foda quando você sente que perdeu o controle TOTAL da situação. Minha produtividade na faculdade e na minha pesquisa científica caíram drasticamente. Minha família praticamente não existe, porque todos são brigados a ponto de não falarem uns com os outros. Meu relacionamento está a um passo de acabar. Isso ainda é só a ponta do iceberg. Eu passo dias sem dormir e quando durmo parece que entro em um estado de delírio. Choro todos os dias desde o dia 15/08/19. Ultimamente as crises de choro tem intervalos de horas. Parece que eu estou sendo torturada lentamente pela minha própria cabeça. Tentei conversar com meus pais (que são separados) sobre o que estou passando. Cada um com uma reação diferente, uma pior que a outra. O que tem segurado a barra é a ajuda do meu irmão e meus amigos, mas até deles sinto que estou me desconectando emocionalmente.
O que eu quero dizer com isso tudo é que a depressão é uma coisa muito séria. Ela muda a percepção de uma maneira devastadora. Eu sempre ignorei os avisos de pessoas próximas sobre a minha melancolia ao longo dos anos porque me recusava a aceitar que tinha uma doença desse tipo. A verdade é que ignorando a mim mesma acabei alimentando um monstro que agora está grande de mais pra controlar, e cara, ele me deu uma rasteira sinistra.
O suicídio tem sido um pensamento recorrente, mas ainda tenho esperanças de que consigo reverter isso. Segunda feira tenho uma consulta no psicólogo e amanhã vou atrás de um psiquiatra. E de um emprego assim que estiver melhor, para poder manter o tratamento sem problemas.
O fundo do poço mental é um pedaço de inferno diário que não desejo pra ninguém. Se você tem a menor dúvida de que pode ter depressão, procure ajuda o mais rápido possível.
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2019.11.17 19:09 MaraCoastline Vítima de assédio

O machismo faz com que nós duvidemos de nós mesmas. "Eu estou vendo coisa onde não tem?" "Não, impossível! Isso não está acontecendo comigo." "Não, isso é normal, é normal, é normal..."
No início de Julho desse ano (2019), fui vítima de assédio e eu simplesmente não soube como reagir. Até hoje isso me dói, principalmente porque uma série de ditos motivos sociais não me permitem denunciar, me sinto impotente. Eu sou uma vítima que será julgada se abrir a boca.
Nesse dia, eu estava trabalhando sozinha na loja, porque minha chefe (A.E.) tinha viajado para trazer novidades para a loja.
Eram quase 10:00 da manhã quando um cara (R), entra na loja para pagar um óculos que comprou. Pagou o óculos e me pediu para ver os shorts masculinos. Eu simpaticamente peguei todos que poderiam lhe servir, entreguei e lhe indiquei o provador, ele entrou no provador e logo em seguida entraram duas mulheres na loja, eu fui lhes atender. Foi então que eu senti que algo estranho estava acontecendo, enquanto eu atendia essas mulheres, não percebi nenhum movimento do R., ele não saía do provador, não pedia mais bermudas e nem sequer abriu a boca, foi como se ele não estivesse lá. Cheguei a pensar que ele queria minha opinião, mas tinha vergonha demais para sair e outras pessoas também o verem e opinarem...não sei, ele tinha cara de envergonhado e juro, eu pensava que ele não era muito normal, mesmo sabendo quem ele era, já que é casado com a A., que eu conheço há muito tempo (o pai dela ia com frequência ao bar do meu pai para conversar)...Acredito que nenhuma das mulheres que atendi tenham percebido que ele estava lá na loja, no provador. Quando essas mulheres saíram, eu então perguntei "R. deu certo alguma bermuda?" Foi onde meu mundo inteiro perdeu o sentido...Ele me disse que não conseguia abrir o cinto de uma bermuda para experimentar e ai abriu a cabine, ele estava nu, sem as roupas íntimas. Meu coração acelerou e meu cérebro deu bug. Eu só pensava "Ele não é normal, aja naturalmente...meu Deus, será que ele age assim sempre? Será que já fez isso antes?" Peguei a bermuda rapidamente, virei de costas e ele fechou a cabine do provador, quando abri o cinto joguei por cima da cabine para ele. Imediatamente mandei mensagem para minha amiga que trabalhou na loja antes de mim: "I., tu já atendeu o R. esposo da A. alguma vez na loja?" Ela me respondeu que não, só quem atendia era a minha chefe. Então, eu respirei e mesmo sabendo que era o pensamento mais louco do mundo quis acreditar que só minha chefe atendia porque ele realmente não era normal.
Então ele saiu da cabine com as bermudas e me disse que queria ver outras, eu tentei manter o sorriso e peguei mais bermudas e lhe entreguei. Então ele foi experimentar e daí disse "Essa aqui está apertada, nem está subindo direito" e mais uma vez abriu a cabine e disse "você pode me ajudar a tirar? não estou conseguindo" e ele estava com a bermuda no meio das pernas, sem roupas íntimas. Puxei a cortina entre ele e eu para manter distância, puxei a bermuda para soltar de onde estava presa e saí o mais rápido possível, com ânsia de vômito. Eu definitivamente estava perdida, sem saber como reagir. Nesse momento eu falei baixinho pra mim "tá errado, Mara...tá errado, Mara...Esse cara é louco" e escrevi mais uma mensagem para minha amiga: "I., acabou de acontecer uma coisa muito estranha" ela imediatamente respondeu me perguntando o que aconteceu.
Ele saiu do provador com as bermudas, escolheu duas (se não me engano), olhou pra mim e comentou "As garotas da Ser...são mais soltinhas né?" Eu com a cara fechada respondi "Eu não sei não, eu sempre fui de ficar em casa e quase não sair e minhas amigas são do mesmo jeito" nesse momento talvez ele tenha percebido minha alteração porque baixou a cabeça e disse "não é que eu..." e eu retruquei antes dele terminar "pronto, está aqui sua sacola". Ele pagou uma parte e ficou faltando outra que ele ia pagar depois. Assim que saiu eu continuei falando com minha amiga e contei tudo o que aconteceu. Ela me respondeu: "Amiga, tu entendeu que acabou de ser assediada, não é?" Eu comecei a sentir um forte incômodo no estômago e o choro entalou na garganta. Ela continuou "Liga para a chefe agora e conta o que aconteceu, não espera até ela chegar". Mandei mensagem para minha chefe: "A. E., acabou de acontecer algo, preciso urgente falar contigo" Ela não me respondeu, liguei para ela e também nada de atender...mandei mensagem para outra amiga (G) que estava conversando mais cedo e para o meu namorado na época (T). Consegui mandar áudio para essa amiga contando, não lembro se tive coragem de contar tudo...para o meu namorado perdi a coragem, por algum motivo eu simplesmente não soube como falar então calei e disse que depois eu falava, ele disse que tudo bem, que ia dormir e mais tarde nos falávamos. Tudo isso aconteceu mais ou menos em 30 minutos.
Em seguida, uma das mulheres que eu estava atendendo voltou e enquanto ela estava lá o R. apareceu novamente para terminar de pagar a conta. Meu coração acelerou e eu inconscientemente só soube agradecer por não está sozinha naquele momento. Ele olhou assustado, me deu o dinheiro e saiu da loja. A mulher foi embora também e novamente eu estava sozinha, então peguei meu celular e vi a ligação da A. E., consegui finalmente falar com ela. Eu chorei no telefone, chorei como criança porque eu fiz o que nunca pensei que ia fazer, agir naturalmente enquanto algo desse tipo acontecia. Minha chefe ficou sem reação, ela também não acreditava no que tinha acontecido, que se fosse ela tinha gritado e colocado para fora da loja, mas me entendia, porque eu era apenas uma moça sozinha que paralisou frente ao medo. Eu disse que não queria nunca mais atender ele e ela imediatamente me disse que nunca mais eu ia atender ele e nem outros homens iriam usar o provador enquanto eu estivesse sozinha na loja. Que se eu quisesse denunciar o que houve ela me apoiaria ou então contar para a mulher do R...Mas eu não tinha nenhuma testemunha do que aconteceu, era minha palavra contra a dele e se meus pais soubessem, eles iam ficar tão loucos que era capaz de acontecer uma tragédia. Nós moramos em uma cidade pequena, com que cara eu conseguiria andar com todo mundo me olhando e comentando sobre o fato? Eu não tinha nem coragem de contar para a A. sobre como o marido dela agiu. Eu estava sem chão e completamente indefesa, sem nada que me sustentasse. Tudo me levava a calar e como é traumatizante.
Cheguei em casa meio dia para almoçar e pedi a minha irmã (Y) para escutar o áudio que enviei a minha amiga G. Ela ouvia e olhava pra mim enquanto lágrimas caíam do meu rosto silenciosamente. Eu tava com tanto medo que pedi para ela ir a tarde comigo para a loja, mas ela não podia por causa de trabalhos da faculdade. Então mandei mensagem para um amigo agregado da família (C), relatei por cima e pedi que ficasse comigo. Já na loja eu contei pra ele e falei como eu ainda não sabia com que palavras eu ia contar para o meu namorado na época (T) mas tinha que contar. Não sei o porquê disso, eu sabia que ele ia me entender, acho que estava com vergonha e não queria ele querendo tirar satisfações ou qualquer coisa. No fim, eu estava com vergonha de mim, eu me odiava naquele dia e ainda hoje por ter agido daquela forma. No fim daquela tarde contei sem tantos detalhes o que houve para o meu namorado T. Ele ficou desnorteado e disse que apoiava a minha decisão. Mas ainda não acabou...
No final de Julho de 2019, nós estávamos em uma festa e meu namorado T me levou para sentarmos na calçada da igreja, enquanto caminhávamos até lá, eu vi o R. com sua esposa A. Me encolhi perto do T e disse "Foi ele, T" e ele perguntou "Ele quem??" e eu continuei "O cara da loja que eu te falei" já tinha um nó na minha garganta nesse momento, o T segurou um pouco mais forte minha mão e passamos o mais longe que deu. Quando eu olhei para trás, o R. estava me olhando. Eu virei rapidamente e continuei andando até sentar na calçada e fingir que nada tinha acontecido. Nessa noite, eu fui dormir na casa da minha melhor amiga (E), contei tudo para ela e mais lágrimas escorreram, aliás, toda vez que preciso falar sobre isso, meus olhos enchem de lágrimas e o nó na garganta surge.
Em Agosto de 2019, mandei mensagem para a A., contando que agora eu era candidata ao Conselho tutelar e se ela podia me ajudar votando em mim (De verdade, ela é um amor). Ela me disse que tinha prometido o voto dela para uma amiga, mas torcia muito por mim. Até ai tudo bem, mas em seguida ela me manda mensagem dizendo que o R. mandou me dizer que ele ia votar em mim. Eu não soube nem o que responder. Um tempo depois recebi solicitação de amizade dele nas redes sociais e ignorei.
Até hoje, minha chefe A.E. quando viaja me manda mensagens perguntando se nada de anormal aconteceu e se eu estou bem. Até hoje, a maioria dos meus amigos não sabem que isso me aconteceu e boa parte dos que sabem, não conhecem essa história por completo.
Se antes eu não consegui denunciar, hoje muito menos...continuo traumatizada, me sentindo impotente e ridícula por não ter agido como sempre pensei que agiria se algo assim me acontecesse. Meus amigos me dizem que não tenho culpa, que é normal paralisar, que entendem que eu tenha medo de abrir essa história para quem eu deveria, medo de ser julgada e de acontecer algo fora do controle. Eu ainda sinto que é só a minha palavra contra a desse cara e ainda por cima, um argumento muito forte "Ela agiu naturalmente, por que agora está aqui denunciando? é mentira dela"
Eu sou mais uma vítima da sociedade machista, que me impediu de acreditar que eu estava sofrendo assédio, que me fez duvidar do que estava pensando e sentindo, que me fez calar e achar que tudo era normal sendo que nada daquilo era normal e principalmente que me fez ter medo de tudo.
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2017.08.31 15:12 agricultorb Preciso compartilhar isso

Passei a vida acumulando insucessos, até me acostumei com eles. Estudar com uma menina no fundamental, médio e faculdade e esperar até a metade do curso pra levar um fora foi um deles, mas não é o desabafo de hoje (mas guardem essa informação). Depois de superar o evento citado anteriormente, resolvi que jamais iria me meter nessa de me apaixonar de novo. Porém aquela menina linda que chegou perdida no mesmo remanejamento que eu e foi o primeiro ser a conversar comigo na faculdade e virar minha amiga acabara de ficar solteira. o sensor de vai dar merda apitou, gritou, explodiu na minha cara e eu ignorei, lá tava eu de novo cometendo os mesmos erros até perceber que friendzone não existe, que eu invetei isso na minha cabeça e só eu poderia mudar. festa vai, festa vem... moça, me beija. - não, não beijo amigos. poderia ter parado por aí, mas como bom brasileiro otário que sou resolvi ir além(na verdade ir mais fundo nesse poço). Próxima festa. Ela manda mensagem pedindo uma bebida que só vendia num mercado perto da minha casa, mas eu não iria passar em casa esse dia, mas passei, afinal onde mais eu encontraria a tal bebida? Chego na festa com a bebida dela, abraços, 'tu é fera, João otário(na verdade foi só meu nome)" e ela começou a beber, e como bebeu... Resultado foi que ela entrou no banheiro da festa com um 'amigo' meu que sabia que eu tava interessado nela. Depois de 1 hora no telefone com um amigo narrando os fatos do dia, volto pra festa (ela segue com o mesmo cara) e eu começo a conversar com outra menina, a gente sai do barulho pra um lugar mais tranquilo... Mas era um dia em que nada podia terminar bem. ela ressurge, fica com ciúme da menina, ao mesmo tempo que outra que tava de carona comigo aparece dizendo que 'lila ta passando mal no banheiro, pediu pra tu levar ela em casa, pq a família te conhece'. Achei que fazer uma boa ação ia salvar minha noite, de alguma forma, mas não. Só fui levar a menina em casa, pagar um táxi mais caro do que eu esperava e assistir tlc sozinho em casa. Terminei a faculdade depois de pagar uma cadeira que me obrigou a conhecer todos os pontos turísticos da cidade, fazendo programa de casal com a menina que nada queria comigo. Eis que depois de 1 ano sem se falar ela surge curtindo e comentando minhas fotos, me marcando em acontecimentos e comentando coisas para eu responder. A bad veio como café instantâneo, bateu na água e deixou tudo escuro. Nesse mesmo dia comprei uma vodka e fui pra um churrasco, já alto uma amiga me liga dizendo que estava indo pra o point noturno aqui da cidade, levando duas meninas. Cruzei a cidade bêbado, afinal o que é um beijo na nuca pra quem já tá com o pau no cu? Cheguei ainda antes de todo mundo, sentei na rua pra beber mais enquanto esperava. chegam as três, depois de um tempo uma voou no meu pescoço e me beijou, achei pouco e beijei a outra também. A gente se perdeu do grupo, perdemos a hora e restou ir para o motel mais próximo... (quem esperava essa virada? eu não) o resto é só história.
Nem tudo tá perdido, as vezes a solução é beber e pegar busão pra atravessar a cidade pra beber mais. Tenham fé.
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